sexta-feira, 27 de maio de 2011

Agradeça e siga em frente

“No dia em que nossas atitudes agradarem ou desagradarem a todos por unanimidade, na certa estaremos fazendo alguma grande besteira”

Basta você nutrir um sonho, uma expectativa, alimentar um projeto de vida, que sempre vai encontrar o Aldo Contra, aquele sujeito que mal você termina de falar, dispara:

- Não vai dar certo.
- Por que não vai dar certo?
- Porque não. Simples.

Igual ou pior que o Aldo Contra é o Jaime Droso, que treme diante de qualquer sinal de mudança, principalmente a mudança que acontece na SUA vida, não na dele. Jaime Droso também se manifesta nas horas em que a gente, inocentemente, revela planos, aspirações, desejos e motivações. Ele franze a testa, torce a boca de lado e saca aquele clichê:

- Olha, se conselho fosse bom, a gente não dava, vendia... e blá-blá-blá – apresenta toda sorte de tragédias que aguarda você antes, durante e depois de atingir sua meta.
Há algum Jaime Droso ou Aldo Contra na sua vida? Se sim, agradeça. Obviamente eles não possuem esses trocadilhos no nome, mas fazem parte do processo e sua utilidade é, principalmente, testar nosso foco, colocar à prova a nossa capacidade de perseverar e a força com que perseguimos nossos sonhos, não importando em qual esfera da vida ele esteja situado: pessoal, familiar, social, espiritual ou profissional.

Repare bem: em toda história, todos que fizeram alguma diferença foram ridicularizados no começo e adulados no final. Todos lidaram com um número mágico em sua trajetória, que representa a proporção de pessoas que encontramos nas decisões que tomamos na vida: aproximadamente 30% a favor, 30% contra e 40% indecisa.

Parte do trabalho consciente de automotivação está na nossa disposição de convencer, mais pelas nossas atitudes do que pela nossa fala, os 40% que se mostram indecisos. No decurso de tempo desse processo, ainda haverá uma parcela do contra que vai se deixar convencer.

Outra, por questões que variam desde o seu sistema de crenças, os paradigmas que carrega dentro de si, a zona de conforto em que instalou e até mesmo por puro preconceito, sempre vai dizer que você está errando, mesmo que os resultados mostrem o contrário.

Agradeça a todos – sejam a favor, do contra ou indecisos - e siga em frente. No dia em que nossas atitudes agradarem ou desagradarem a todos por unanimidade, na certa estaremos fazendo alguma grande besteira. Ou, tão pior quanto, algo completamente inócuo e sem valor.

Eduardo Zugaib (Profissional de comunicacão, escritor e palestrante motivacional – www.eduardozugaib.com.br)

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Escassez de profissionais qualificados

Empresas devem investir em planos de carreira e políticas de trabalho para reter talentos
A pesquisa "Carência de Profissionais no Brasil", realizada em março deste ano pela Fundação Dom Cabralrevela um dado já conhecido por muitas profissionais de RH e muito preocupante para o cenário econômico brasileiro: a escassez de profissionais qualificados no mercado de trabalho.
O estudo desenvolvido pela Fundação Dom Cabral analisou 130 empresas brasileiras de grande porte e constatou que, atualmente, além da falta de mão de obra técnica, o cenário também se repete no alto escalão, ou seja, há uma carência de profissionais capacitados para ocupar vagas de nível tático e estratégico.
Do total das empresas entrevistadas, 92% encontram dificuldades na contratação de pessoas para diversos cargos e 74% em níveis táticos e estratégicos. Os resultados da pesquisa indicam a generalização do problema.Na região sudeste - onde Campinas está inserida - cerca de 90% das empresas participantes alegam ter problemas na hora de contratar um profissional capacitado.
Para especialistas em RH, um dos fatores da falta de bons profissionais no mercado está na crescente alta de empreendedores jovens recém-formados que estão aproveitando a economia aquecida para abrir suas próprias empresas.
Os resultados da pesquisa também apontam que 81% dos entrevistados citam a escassez de profissionais capacitados como desafio na busca de talentos no mercado. Esta mesma porcentagem se refere a empresas que praticam alguma política de retenção profissional de níveis táticos e estratégicos.
Das empresas que participaram da pesquisa, 69% disseram ter diminuído as suas exigências para contratação nos níveis mais altos. Muitos requisitantes focam em encontrar profissionais que sejam aderentes à cultura de trabalho e que estão dispostos a serem treinados para altos cargos. (Com informações da Tantas Comunicação)

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Vantagens do retorno de ex-colaborador

Se empresa e o ex-colaborador concordam com o retorno, resta aproveitarem as oportunidades para alcançar o sucesso 
A busca por crescimento na carreira é constante no atual cenário do mercado de trabalho. A mudança de emprego ocorre com muita frequência, e quando os profissionais não conseguem atingir seus objetivos na nova empreitada, uma alternativa comum é voltar ao antigo emprego.
Tanto as empresas quanto os profissionais mudaram sua concepção em relação a isso. A maioria dos empregadores passou a entender que o profissional, muitas vezes, precisa sair para aprofundar seus conhecimentos para, quando retornar, se sentir mais valorizado no seu local de trabalho.
Mas, para isso, é importante deixar sempre as portas abertas. O profissional deve exercer suas atividades até o final do contrato estabelecido. E, após a execução das tarefas pendentes, manter um relacionamento pós-trabalho para ajudar em dúvidas que restaram à empresa antiga.
O empregador precisa preencher a vaga disponível, e para treinar uma nova pessoa é preciso de informações que, na maioria das vezes, somente o antigo colaborador conhece. Além de auxiliar, essa assistência é umaimportante ferramenta para manter o networking profissional atualizado.
Um profissional que retorna ao antigo posto de trabalho pode trazer mais experiência de visão de mercado e apresentar esses conceitos para outros trabalhadores.
Novas visões podem desfazer a impressão que o mercado lá fora está melhor do que o oferecido pela empresa, e que é preciso saber aproveitar as oportunidades do local de trabalho.
As empresas que acolhem o "ex-atual-colaborador" enxergam pontos positivos e negativos trazidos por ele após o desligamento. O empregador deve enxergar no profissional a visão diferente que ele trouxe do mercado de trabalho.
Já o trabalhador volta por que sente confiança na organização e estrutura da empresa. Se ambas as partes concordarem com o retorno, resta aproveitarem as oportunidades e alinhar novas metas de trabalho para alcançar o sucesso.
Mas é preciso ficar atento, porque nem sempre o ex-empregador estará de portas abertas. É excelente manter uma rede de contatos, porém é necessário entender que o antigo empregador pode estar procurando pensamentos diferentes.
O perfil do profissional que retorna ao antigo posto de trabalho é marcado por competência. Esse trabalhador que consegue voltar à empresa é conhecido por conduta exemplar e bom desempenho. A instituição enxerga nesse retorno uma oportunidade positiva para obter conhecimento e valorizar o trabalho feito por ele.

Viviane Gonzalez (Diretora da Business Partners Consulting, empresa que presta serviços de consultoria em RH e Inteligência Organizacional e de recrutamento estratégico e especializado em todos os níveis)

Portal HSM

terça-feira, 24 de maio de 2011

Seja raro e valioso

Ser raro e valioso não significa ter um cargo ‘importante’, mas sim ser um profissional diferenciado. Leia mais!
Quem é mais importante para a sociedade, um professor do ensino básico ou um jogador de futebol profissional? Qual dos dois é melhor remunerado? Penso que a maioria concorda que o professor é mais importante, mas o jogador é quem ganha mais, e o motivo é simples: há muito menos futebolistas do que professores.

Em qualquer sociedade onde prevaleça a lei da oferta e da procura, quanto mais raro for o talento de um profissional, melhor remunerado ele será. Nada contra o status de ter uma profissão ou cargo “importante”, mas para a carreira de qualquer pessoa, a raridade é muito mais valiosa, pois sempre haverá demanda para quem é diferenciado. Ser importante não garante muita coisa, já que muitos deixam de sê-lo quando perdem o cargo.

Mas, afinal, o significa ser valioso? Uma pessoa é valiosa quando realiza um trabalho superior a média, de forma consistente, independentemente da empresa em que estiver ou do serviço que prestar. 

Pense em todos os prestadores de serviço que você teve até hoje – médicos, bancários, mecânicos, secretárias, vendedores etc. Destas centenas de pessoas, quantos foram absolutamente dedicados e usaram toda a sua competência e energia para atendê-lo de maneira impecável?

É provável que você responda que foram pouquíssimos, pois a maioria das pessoas faz o mínimo necessário, e às vezes nem isso. É raríssimo um profissional ser ao mesmo tempo tecnicamente excelente, e realmente disposto a compartilhar esta capacidade, servindo outras pessoas. Você é assim? Valemos por aquilo que entregamos e não pelo que prometemos.

Quer ser raro e valioso? Entregue mais do que esperam de você. Imagine a quantidade de pessoas que gostariam de ter o privilégio de contar com um profissional deste gabarito? 

Se quiser aumentar o valor de seu passe, você deve usar toda sua capacidade e seu talento para oferecer além do combinado. Ser tão competente não significa dar isso de graça. Essa energia e eficácia custam dinheiro, e você ficará surpreso ao ver como as pessoas aceitam pagar mais caro para ter os serviços de um profissional fora de série. 

Quando a coisa aperta, procuramos quem faz as coisas acontecerem. Se você for assim, seus clientes, sócios ou chefes farão o possível – e talvez um pouco mais –, para mantê-lo ao lado deles. Agindo desta forma, com o passar dos anos, além de raro e valioso, se você quiser, também ficará importante! 


Eduardo Ferraz (Consultor em Gestão de Pessoas e especialista em treinamentos e consultoria In Company, com aplicações práticas de Neurociência)

terça-feira, 10 de maio de 2011

Por que as empresas perdem talentos?

Além da dificuldade em arrumar mão de obra qualificada, estudo revela que as empresas não conseguem preencher cargos de liderança. Veja quais são estes motivos.


O sucesso de uma empresa depende de vários fatores como ter produtos e/ ou serviços de qualidade e, preferencialmente, diferenciados dos oferecidos pelo mercado, contar com uma estratégia alinhada à expansão da empresa e contar com profissionais comprometidos e que estejam empenhados em desempenhar suas funções com maestria, fazendo não apenas o que sabem, mas que busquem ir além.

Porém, muitas organizações acabam perdendo este último item quando subestimam o profissional, desacreditando de seu potencial. Mas, por que, então, isso acontece?

Os profissionais são capazes de desempenhar mais do que o esperado, entretanto, esbarram em normas, políticas, planos e condutas que as empresas impõem a eles. Com ‘as mãos atadas’ muitos profissionais, que são diferenciados e buscam mais oportunidades dentro das empresas, acabam se desestimulando com o 'fazer o mesmo todos os dias' e as chances de crescer profissionalmente, sendo assim, acabam migrando para outras empresas.

Pesquisa do Instituto holandês CRF, instituição que seleciona e certifica companhias com práticas adequadas em recursos humanos revela que na Europa 3% das empresas têm dificuldades de preencher vagas de diretores e presidentes. No Brasil, este número é quase nove vezes maior. Já no nível gerencial a escassez no país é de 44%, enquanto que nas instituições européias chega a 17%.

A economia brasileira ganhou destaque mundial rapidamente e as empresas perderam tempo na preparação dos profissionais para exercer as novas funções. Em vez de preparar os colaboradores, é notável que as empresas procuram moldar seus funcionários, evitando correr eventuais riscos e possíveis erros.

Essa atitude é ruim para as empresas que acabam perdendo mercado e também para os profissionais que, por falta de oportunidades, mudam suas posturas e passam a ver que são desvalorizados dentro das instituições.

A falta de mão de obra qualificada também atinge diversos segmentos da economia. Seja em pequenas, médias ou grandes empresas, a falta de profissionais preparados para enfrentar e vencer desafios emperra o crescimento destas organizações.

Caso as empresas não estejam preparadas para lidar com a formação e a preparação de sua mão de obra, os problemas dentro das organizações tenderam a crescer cada vez mais. Confiar no profissional e dar oportunidade para o mesmo vencer os desafios com maior autonomia pode ser o primeiro passo para ajudar a sanar estes problemas.

Daniel Maldaner (Consultor associado da Muttare, consultoria de gestão. O profissional também é especializado em formação e desenvolvimento de equipes e implantação de células autônomas na gestão descentralizada –www.muttare.com.br)

Portal HSM
09/05/2011

quarta-feira, 13 de abril de 2011

ERP é um dos pontos críticos para adequação ao EFD do PIS/Cofins, diz especialista

O calendário de obrigações acessórias estabelecido pelo Fisco reserva muitos outros desafios para os contribuintes. Após a migração para a versão 2.0 da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), em 1º de abril, as empresas terão que cuidar da transmissão dos arquivos da Escrituração Fiscal Digital (EFD) do PIS/Cofins. 
Parte do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED), essa obrigação destoa em muito daquilo que, atualmente, é feito por meio do Demonstrativo de Apuração de Contribuições Sociais (Dacon), que apresenta apenas valores totais, sem maior detalhamento. 
“Com a EFD, porém, serão transmitidas informações sobre as alíquotas aplicadas em cada item faturado, se o emitente é imune, isento, tem direito a compensações ou créditos, se está em regime de incidência cumulativa ou especial, bem como se tem direito a suspensão da incidência”, resume o professor Roberto Dias Duarte, diretor acadêmico da Escola de Negócios Contábeis (ENC) e membro do conselho consultivo da Mastermaq Softwares. 
Sobre o Dacon, Duarte diz que preocupa o fato de haver empresas informando essa obrigação com valores estimados, por meio de rateios e proporções, quando não conseguem apurar com precisão as receitas e crédito. 
“Caso haja diferenças significativas da EFD com relação aos Dacons anteriores, o Fisco poderá iniciar um processo de fiscalização com base nos dados passados. Por exemplo, quando houver redução significativa nesses valores”, acrescenta. 
Segundo o professor, essa autêntica bola de neve envolve os sistemas internos das organizações, suas contabilidades e a própria administração do negócio, devendo apresentar consequências já em junho, quando a nova forma de escrituração for transmitida ao Fisco, contendo os fatos geradores de até 60 dias antes. 
Duarte estima, por exemplo, que as cerca de 10 mil empresas sujeitas ao acompanhamento diferenciado, assim como as 150 mil enquadradas no lucro real e as quase 1 milhão pertencentes ao lucro presumido serão enormemente afetadas pela mudança. “O impacto será direto no fluxo de caixa, caso a EFD do PIS/Cofins não seja 100% preenchida com as informações corretas”, analisa. 
Para o especialista, a maior dificuldade será demonstrar, no detalhamento dos documentos fiscais de entrada e saída, as origens das receitas e créditos, classificados conforme cada situação. “Certamente, a esmagadora maioria das empresas terá de investir em tecnologia, pessoal e insumos para poder se adaptar a tempo”, prevê. 
Um dos pontos cruciais está no sistema ERP (Enterprise Resource Planning) das organizações, que deverá estar adaptado e configurado conforme a legislação das contribuições. “Hoje, no Brasil, poucas são as empresas que mantêm registros eletrônicos compatíveis com o nível de detalhamento exigido pela EFD do PIS/Cofins”. 
Ainda segundo Duarte, dificilmente uma empresa terá o ERP 100% configurado e atualizado, devido à complexidade da legislação. “Sem uma equipe de tributaristas especializados em PIS/Cofins, isso se torna simplesmente impossível”, alerta. 
Para a transmissão da EFD do PIS/Cofins, as empresas podem baixo o Programa Validador e Assinador (PVA) 1.1.0 que está disponível na página da Receita Federal na internet (www.receita.fazenda.gov.br) 
O arquivo deve ser transmitido todos os meses até o 5º dia útil do 2º mês subsequente a que se refira a escrituração, inclusive nos casos de extinção, incorporação, fusão e cisão total ou parcial. 
A obrigatoriedade atinge as pessoas jurídicas sujeitas a acompanhamento econômico-tributário diferenciado ou à tributação do Imposto sobre a Renda com base no lucro real (em relação aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de abril de 2011). Inclui ainda as demais pessoas jurídicas tributadas pelo Imposto sobre a Renda com base no lucro real. 
Já as empresas sujeitas à tributação do Imposto sobre a Renda com base no lucro presumido ou arbitrado deverão apresentá-la com os fatos geradores ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2012, data em que diversos segmentos do setor financeiro também entrarão na obrigatoriedade. 
“É isso, ou arcar com pesadas multas a serem produzidas a partir de toda mercadoria ou serviço que se fature ou adquira. A não apresentação da EFD do PIS/Cofins, nos prazos fixados, acarretará a aplicação de multa no valor de R$ 5 mil por mês-calendário ou fração”, alerta Duarte.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Sistema de ERP será fundamental para adoção da EFD PIS/Cofins

Novidade que entrou na agenda das obrigações acessórias das empresas este ano, a Escrituração Fiscal Digital (EFD) das contribuições para o PIS e Cofins exigirá atenção especial quanto à parametrização e geração dos dados.
A nova obrigação passará a valer a partir de 1º de abril para as empresas que estão sujeitas a acompanhamento econômico-tributário diferenciado e tributadas com base no Lucro Real. Para demais empresas do regime tributário o início da vigência será em julho.
Na avaliação de Richard Domingos, diretor executivo da Confirp Contabilidade, a nova obrigação acessória exigirá grandes mudanças nas rotinas fiscais e contábeis das empresas, principalmente entre as que estão enquadradas no regime do Lucro Real, que apuram o PIS e a Confins pelo regime não-cumulativo (débitos e créditos).
Segundo ele, as empresas deverão possuir software de ERP integrado com a contabilidade porque os débitos e os créditos relativos ao PIS e à Cofins deverão ser apurados e informados na EFD seguindo critérios tais como “por produto” ou por “item do serviço”.
Ou seja, a empresa poderá vender na mesma nota fiscal produtos “tributados” e “não tributados” pelo PIS/Cofins, de modo que a tributação será por item da nota fiscal, com base na sua classificação fiscal e outros parâmetros.
Atualmente, a apuração do PIS/Cofins é feita pelo total da nota fiscal. Portanto, para a empresa do Lucro Real será necessário um sistema “parametrizado” para gerar as informações, visto que a tributação do PIS/Cofins será por item da nota fiscal, tanto nas vendas, quanto nas compras.
Para quem emite Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), os arquivos XML (por produto) serão importados pelo sistema de contabilidade, para depois gerar o arquivo mensal da EFD-PIS/Cofins.
Os créditos de PIS/Cofins, que também serão registrados por item da nota fiscal de compra ou de serviço, deverão estar integrados com a contabilidade, vinculados à conta contábil. Por isso, é imprescindível a empresa possuir um sistema ERP.
“É importante acrescentar que, além das informações da apuração do PIS e da Cofins, o Fisco terá acesso ao controle dos estoques e poderá utilizar os dados para fazer cruzamento de informações e fiscalizações”, alerta Domingos.
Na avaliação do executivo, a empresa do Lucro Real que não possuir um sistema de ERP deverá optar pelo regime tributário baseado no Lucro Presumido em 2011, pois, não conseguirá cumprir com as exigências da EFD PIS/Cofins relacionadas aos registros “por produto” das vendas e dos créditos “por item” das notas fiscais de entradas.



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